sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
O Alvo

Somos todos 'O Alvo'
O Alvo
OPALA NA CABEÇA
Composição: Jagapah
O movimento lá fora
É um passo para morrer
Os seguranças se arriscam
Nem eles mesmos sabem como se defender
Isso acontece todo dia!
Andamos todos ligados
Pois a nossa cabeça pode ser o alvo
Não ando distraído
Sei a qualquer momento posso ser excluído(bis)
O que se vê(bis)
Tanta miséria sem saber pra que
O dia a dia corre solto
E todo mundo fica doido sem saber
O que se vê(bis)
Tanta violência sem saber pra que
É um distúrbio desumano
Que circula o jornal e a tv
Por ai!






A Banda Opala na Cabeça tem a preocupação de, através da música, incluir socialmente jovens que estão à margem do processo social de fortalecimento e preservação da riqueza cultural e identitária no semiárido do Piauí se propondo contribuir efetivamente com o resgate, ‘reavivamento’ e revitalização da cultura local e dos municípios circunvizinhos, apoiando, favorecendo e oportunizando a promoção de eventos em comunidades desejosas de opções musicais alternativas, através de ‘armadilhas culturais’ que proporcionem momentos que levem os jovens a pensarem sobre questões artísticas, musicais, políticas, culturais, ambientais, entre outros que participam diretamente da formação pessoal e cidadã dos mesmos, fazendo com que eles se posicionem com mais propriedade frente às realidades, anseios e os problemas que os cercam, e que expressem isso musicalmente: compondo, cantando, tocando um instrumento ou consumindo música popular e regionalista.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Uma mão e um Sentimento do Mundo
Tenho apenas duas mãos
e o sentimento do mundo,
mas estou cheio de escravos,
minhas lembranças escorrem
e o corpo transige
na confluência do amor.
Quando me levantar, o céu
estará morto e saqueado,
eu mesmo estarei morto,
morto meu desejo, morto
o pântano sem acordes.
Os camaradas não disseram
que havia uma guerra
e era necessário
trazer fogo e alimento.
Sinto-me disperso,
anterior a fronteiras,
humildemente vos peço
que me perdoeis.
Quando os corpos passarem,
eu ficarei sozinho
desfiando a recordação
do sineiro, da viúva e do microscopista
que habitavam a barraca
e não foram encontrados
ao amanhecer
esse amanhecer
mais noite que a noite.
sábado, 20 de novembro de 2010
O Instrumental
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